
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
Hoje voltaremos a postar informações de outras obras pedidas nos principais vestibulares do País. Isso porque, a Fuvest (que selecionava vestibulandos para USP), e a Unicamp resolveram manter, pelo terceiro ano seguido, a mesma lista de obras literárias para o Vestibular 2009.
No primeiro semestre falamos de “Iracema”, “Vidas Secas”, “Auto da Barca do Inferno” e “Memórias se um Sargento de Milícias”. Começaremos este segundo momento com “A Rosa do Povo”, de Carlos Drummond de Andrade.
No primeiro semestre falamos de “Iracema”, “Vidas Secas”, “Auto da Barca do Inferno” e “Memórias se um Sargento de Milícias”. Começaremos este segundo momento com “A Rosa do Povo”, de Carlos Drummond de Andrade.
O autor nasceu em Itabira (Minas Gerais), estudou farmácia, mas nunca exerceu a profissão. É fácil lembrar de Drummond quando se houve todo ou parte do poema “No meio do caminho tinha uma pedra....”, publicado em 1922, sob o impacto da Semana de Arte Moderna.
A obra “A Rosa do Povo” é um volume com são 55 poemas, que variam em extensão e formas de composição: em alguns momentos são curtos, em outros longos; alguns têm ritmos livres, outros são composições metrificadas; ora narrados como base expositiva, ora dissertativos e com reflexões muito pessoais de Drummond.
Não podemos esquecer de outro detalhe: é importante perceber o contexto em que cada obra foi escrita. Para isso, é preciso saber quando ela foi escrita, o que acontecia no País e no mundo, para melhor compreender os questionamentos dos avaliadores dos vestibulares.
O livro foi escrito por Carlos Drummond de Andrade sob a tensão da Segunda Guerra Mundial e do governo ditatorial de Getúlio Vargas (1930-1945). O que influenciará seus versos.
Por enquanto é isso. Na próxima postagem falaremos sobre as temáticas encontradas em “A Rosa do Povo”.
É isso.
Ale de Assis
Por enquanto é isso. Na próxima postagem falaremos sobre as temáticas encontradas em “A Rosa do Povo”.
É isso.
Ale de Assis
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