quinta-feira, 21 de agosto de 2008

A ROSA DO POVO



CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE


Hoje voltaremos a postar informações de outras obras pedidas nos principais vestibulares do País. Isso porque, a Fuvest (que selecionava vestibulandos para USP), e a Unicamp resolveram manter, pelo terceiro ano seguido, a mesma lista de obras literárias para o Vestibular 2009.
No primeiro semestre falamos de “Iracema”, “Vidas Secas”, “Auto da Barca do Inferno” e “Memórias se um Sargento de Milícias”. Começaremos este segundo momento com “A Rosa do Povo”, de Carlos Drummond de Andrade.



O autor nasceu em Itabira (Minas Gerais), estudou farmácia, mas nunca exerceu a profissão. É fácil lembrar de Drummond quando se houve todo ou parte do poema “No meio do caminho tinha uma pedra....”, publicado em 1922, sob o impacto da Semana de Arte Moderna.



A obra “A Rosa do Povo” é um volume com são 55 poemas, que variam em extensão e formas de composição: em alguns momentos são curtos, em outros longos; alguns têm ritmos livres, outros são composições metrificadas; ora narrados como base expositiva, ora dissertativos e com reflexões muito pessoais de Drummond.



Não podemos esquecer de outro detalhe: é importante perceber o contexto em que cada obra foi escrita. Para isso, é preciso saber quando ela foi escrita, o que acontecia no País e no mundo, para melhor compreender os questionamentos dos avaliadores dos vestibulares.


O livro foi escrito por Carlos Drummond de Andrade sob a tensão da Segunda Guerra Mundial e do governo ditatorial de Getúlio Vargas (1930-1945). O que influenciará seus versos.

Por enquanto é isso. Na próxima postagem falaremos sobre as temáticas encontradas em “A Rosa do Povo”.

É isso.
Ale de Assis

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