
Obra de Gil Vicente
Auto da Barca do Inferno é um auto onde o barqueiro do inferno e o do céu esperam, à margem, os condenados e os agraciados. Os que morrem chegam e são acusados pelo Diabo e pelo Anjo, mas apenas o Anjo absolve.
O primeiro a chegar é um fidalgo, em seguida um agiota, um parvo (bobo), um sapateiro, um frade, uma cafetina, um judeu, um juiz, um promotor, um enforcado e quatro cavaleiros. Um a um, eles se aproximam do Diabo, carregando o que na vida lhes pesou. Perguntam para onde vai a barca; ao saber que vai para o inferno ficam horrorizados e se dizem merecedores do Céu. Então, se aproximam do Anjo que os condena ao inferno por seus pecados.
O fidalgo, o onzeneiro (agiota), o sapateiro, o frade (e sua amante), a alcoviteira (espécie de fofoqueira) Brísida Vaz (que também é cafetina e bruxa), o judeu, o corregedor (juiz), o procurador (promotor) e o enforcado são todos condenados ao inferno por seus pecados, que achavam pouco ou compensados por visitas à Igreja e pro suas doações (esmolas). Apenas o parvo é absolvido pelo Anjo. Os cavaleiros sequer são acusados, pois deram a vida pela Igreja.
O texto “Auto da Barca do Inferno” é escrito em versos rimados, fundindo poesia e teatro, fazendo com que o texto, cheio de ironia, trocadilhos, metáforas e ritmo, flua naturalmente. O Auto da Barca é composto pelas partes: do Inferno, do Purgatório, do Céu.
O primeiro a chegar é um fidalgo, em seguida um agiota, um parvo (bobo), um sapateiro, um frade, uma cafetina, um judeu, um juiz, um promotor, um enforcado e quatro cavaleiros. Um a um, eles se aproximam do Diabo, carregando o que na vida lhes pesou. Perguntam para onde vai a barca; ao saber que vai para o inferno ficam horrorizados e se dizem merecedores do Céu. Então, se aproximam do Anjo que os condena ao inferno por seus pecados.
O fidalgo, o onzeneiro (agiota), o sapateiro, o frade (e sua amante), a alcoviteira (espécie de fofoqueira) Brísida Vaz (que também é cafetina e bruxa), o judeu, o corregedor (juiz), o procurador (promotor) e o enforcado são todos condenados ao inferno por seus pecados, que achavam pouco ou compensados por visitas à Igreja e pro suas doações (esmolas). Apenas o parvo é absolvido pelo Anjo. Os cavaleiros sequer são acusados, pois deram a vida pela Igreja.
O texto “Auto da Barca do Inferno” é escrito em versos rimados, fundindo poesia e teatro, fazendo com que o texto, cheio de ironia, trocadilhos, metáforas e ritmo, flua naturalmente. O Auto da Barca é composto pelas partes: do Inferno, do Purgatório, do Céu.
É isso.
Ale de Assis
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