
Obra de Gil Vicente
Já que nos post passado recomendamos a peça “AUTO DA BARCA DO INFERNO”, que está sendo encenada pelo grupo GATU, vamos falar um pouco mais dessa obra, que também está na lista pedida pela USP, Unicamp e PUC-SP. Para começar, vamos antes definir AUTO.
Definição de Auto: designação genérica para peças cuja finalidade é tanto divertir quanto instruir; seus temas, podendo ser religiosos ou profanos, ‘sérios ou cômicos, devem, no entanto, guardar um profundo sentido moralizador. O teatro vicentino (baseado nas obras de Gil Vicente) não foi escrito em prosa, mas em versos. Por isso é poético. Adotava, predominantemente, o verso redondilho (maior ou menor), de origem popular e medieval. No Brasil, destacam-se as peças didáticas de José de Anchieta (segunda metade do século XVI), “Morte e Vida Severina” (1956), de João Cabral de Melo Neto, e o “Auto da Compadecida” (1959), de Ariano Suassuna.
Já que nos post passado recomendamos a peça “AUTO DA BARCA DO INFERNO”, que está sendo encenada pelo grupo GATU, vamos falar um pouco mais dessa obra, que também está na lista pedida pela USP, Unicamp e PUC-SP. Para começar, vamos antes definir AUTO.
Definição de Auto: designação genérica para peças cuja finalidade é tanto divertir quanto instruir; seus temas, podendo ser religiosos ou profanos, ‘sérios ou cômicos, devem, no entanto, guardar um profundo sentido moralizador. O teatro vicentino (baseado nas obras de Gil Vicente) não foi escrito em prosa, mas em versos. Por isso é poético. Adotava, predominantemente, o verso redondilho (maior ou menor), de origem popular e medieval. No Brasil, destacam-se as peças didáticas de José de Anchieta (segunda metade do século XVI), “Morte e Vida Severina” (1956), de João Cabral de Melo Neto, e o “Auto da Compadecida” (1959), de Ariano Suassuna.
É isso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário